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30 de set de 2015

REFLEXÃO E A NOTÍCIA: Editor de site diz ter sofrido tentativa de atentado e perseguisão por político em Quixadá

Foto facebook
Nos municípios do interior dos estados Brasileiros maioria dos veículos de comunicação optam por um lado (Grupo político). Dessa forma a imparcialidade fica ameaçada. Não sabemos se esse foi o caso de Quixadá. Na maioria das ameaças, querem impedir a liberdade de expressão.Nos últimos meses vários profissionais da imprensa foram ameaçados e mortos. Alguns deles trabalhavam para rádios ligadas a determinados grupos políticos que, genericamente falando, na sua maioria usam os profissionais, as rádios,sites,blogs,e televisão para conseguir seus objetivos partidário.

Quando qualquer canal que leve informações diversas deixa de priorizar o profissionalismo, a ponderação, a ética e a humildade de chagar mais próximo da verdade, para atacar diretamente determinados opositores ou não, soa estranho para quem está do outro lado da tela. Além do seguidor-telespectador-internauta não entender que linha leva o meio, perde credibilidade. Não há tudo ruim e nem há tudo bom.

Os políticos, apesar de seus altos salários são muito sensíveis. Têm mais direito que a população que paga eles. Não gostam que toquem no seu ponto fraco. Ainda assim, quem decide denuncia-los precisa ter bons "pistolões" (Gente de influência, amigos autoridades) os chamados muros de proteção. Muitos profissionais da imprensa esquece desse detalhe e pensa que sozinho pode tudo. Acabam mergulhando na aventura. Enquanto parte da população na maioria das vezes, cobra, reclama, não tem coragem de mostrar a cara e ainda se vende em tempos de eleição. Se quer faz a parte como cidadão. Entretanto, não negamos que o caminho dos profissionais da imprensa precisa ser revisto. Não só os do interior. 

Nada justifica vedar, censurar ou calar esses profissionais tão importantes para nossa sociedade. Defendemos a busca por qualidade no jornalismo, e não quantidade. A obsessão por quantidade tem comprometido a educação desse mundo através dos veículos de comunicação. 

De toda a forma é necessário haver mais engajamento dos Sindicatos e Instituições que lidam com direitos humanos. Não justifica que o 4° poder(De fato o 1º) fique nas mãos dos patrões que pouco tem feito para valorizar e proteger esse capital humano. Os baixos salários e a carga excessiva de trabalho tem desestimulado bastante quem pretende investir na carreira. Haja o que houver, além de funcionário das empresas, ele pode ser confundido com professor, advogado e até com os grandes homens que lutaram pelas minorias e em favor da conscientização humana. Depende da formação. Defendemos que além de profissional da imprensa, precisamos ser seres humanos, colegas e profissionais abertos ao diálogo. Se continuarmos fechados, continuaremos fortalecendo o capitalismo comunicacional. 

Não podíamos imaginar que o berço da escritora Raquel de Queiroz pudesse está passando por isso. Se fosse viva, já estaria com vergonha do desmonte que acontece no seu Ceará, principalmente da cultura. O editor do site Revista Central Jackson Oliveira, conhecido como Jackson Perigoso diz está sendo perseguido por um ex- secretário da Prefeitura do Município de Quixadá, ligado a atual gestão. De acordo com ele que é radialista e advogado, foi avisado que dois homens foram contratados para prejudicar sua vida ou mesmo acabar com ela. O motivo seria porque Jackson publica matérias com crítica direta a prefeitura do município. Ainda de acordo com o editor o alerta se comprovou na noite de sábado,26, quando os suspeitos se aproximaram e pelos movimentos ele sentiu que poderia ser atacado, quando escapou, de acordo com relato ao jornal O Povo, dentro da casa de um amigo. 

O comunicador já procurou a Delegacia de Polícia Civil no município e registrou um B.O (Boletim de Ocorrência). A redação do O Povo, A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS),confirmou o procedimento. Já o Ministério Público do Ceará disse ao jornal que não tinha sido notificado, ainda. 

A chefe de gabinete de Quixadá, Aila Carneiro, disse ao O POVO que desconhecia a situação em que o radialista teria sido vítima. "É tão irrelevante que ainda não parei para ver. É que ele troca farpas, pois é da oposição. Mas se tiver acontecido mesmo foi de muito mau gosto", relatou. 

A chefe de gabinete ainda disse que ao jornal O Povo que a Prefeitura de Quixadá não iria se pronunciar sobre o ocorrido. O presidente do Sindicato dos Radialistas e Publicitários do Ceará, Adérson Maia, informou que a entidade ainda não foi comunicada oficialmente acerca do atentado, no entanto ele diz que o sindicato deve tomar as providências cabíveis. 

Adécio faz um alerta para que os radialistas procurem a entidade em caso de ameaças ou atentado. "A gente pede que procurem o sindicato, pois é o órgão representativo", comentou. 

CASO MORTE GLEYDSON CARVALHO
A polícia prendeu na manhã dessa sexta-feira (25/09.2015), em Senador Canedo, região metropolitânia de Goiânia, o casal suspeito de participar da morte do radialista cearense Gleydson Carvalho, em Camocim, em agosto desse ano. 

Tiago Lemos da Silva, de 22 anos, e Regina Rocha Lopes, de 19, estavam foragidos da justiça e escondidos em uma casa alugada no interior de Goiás. 
Tiago, autor dos disparos que mataram o radialista, confessou o crime e disse que atirou porque Gleydson "falava demais". 

O terceiro envolvido, Israel Marques Carneiro, conhecido como "Baixinho", conseguiu fugir. 
Antônio Carneiro Portela e Gisele Souza Carneiro, acusados de oferecer abrigo aos pistoleiros na época do crime, segue preso em Camocim. Além deles, Daniel Lennon, que cedeu a moto para o crime, também está detido. 
João Batista, acusado de ser o mandante do homicídio, responde ao processo em liberdade. 

De acordo com a polícia, o crime teria sido motivado por razões políticas. Sobre a prisão dos acusados, informação reprodução da TV Diário.

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